12 de abr. de 2011
Indignation mode on: repórteres sem noção ou sem ética?
1 de abr. de 2011
Pensem Bem
30 de mar. de 2011
#2012facts (3)
26 de mar. de 2011
Resenha - Chatô: o rei do Brasil
Assis Chateubriand, ou Chatô, é o que podemos chamar de self-made man. A infância com gagueira e a alfabetização tardia não prenunciavam uma carreira meteórica nos campos da comunicação e da política. A dedicação aos estudos e ao trabalho trouxe ao garoto de Umbuzeiro outra definição: cidadão Kane brasileiro.São tantas coisas a dizer: o modo irreverente, a passionalidade, os “pisões” na ética, a compra de jornais e rádios, as dívidas, as alianças e separações com políticos da estirpe de Getúlio Vargas, as grandes entrevistas com Churchill e Kautsky, os problemas com a polícia, as grandes amizades com Farquhar e Rockfeller, as inimizades com os Matarazzo, as inovações no modo de se fazer jornalismo, as campanhas obscuras do MASP e da aviação civil, a lei Teresoca, a vida como senador e embaixador, a vida após as tromboses cerebrais...
Entre tantos fatos, cabe destacar então algumas características de Assis Chateaubriand: o pioneirismo - na compra de máquinas modernas para seus jornais e revistas, a formação de uma elite de jornalistas dentro de seu conglomerado, o início da TV Tupi, o novo estilo nos modos de escrever, diagramar e fazer publicidade -, o estrangeirismo - valorização dos pensamentos, produtos, artes e modos de vida europeu e norte-americano, comparações entre o Brasil e outros países, o gosto pela filosofia alemã - e o progressismo - fé no capitalismo e nas grandes construções e críticas àqueles que, em sua concepção, não contribuíam para o progresso do país.
A vida de Chatô é de suma importância para o estudo do jornalismo brasileiro. Sua figura polivalente e muitas vezes contraditória serve para exemplos e comparações. Chatô, com toda a certeza, influenciado pelo filósofo alemão Nietzsche, considerava-se “acima do bem e do mal”.
25 de mar. de 2011
Carta ao leitor

18 de mar. de 2011
Resenha: Rota 66
O livro começa pela história de três jovens ricos que são assassinados pelos policiais da Rota. Na verdade, eles servem de parâmetro, durante todo o livro, para que Caco possa mostrar que este caso é uma exceção. A violência dos policiais é a forma mais violenta de exclusão social que já foi registrado no Brasil, uma vez que a maioria dos mortos eram jovens, pardos ou negros e habitantes da periferia de São Paulo. E o que pior: a maioria é inocente.
De olhos vermelhos
Em 45 dias, entre os meses de fevereiro e março, foram diagnosticados cerca de 50.000 casos da doença no estado de São Paulo. Seria um vírus que resolveu aparecer de repente e que aproveitando o carnaval com o aglomerado de pessoas fez um arrastão em todo mundo ou é a falta de uma política específica da saúde para resolver esse problema?
16 de mar. de 2011
Dúvidas De Um Foca
16 de fev. de 2011
#DiaDoRepórter
Rá! Ouvi comentários na rua de que hoje, 16 de Fevereiro, é o dia do Repóter.Aos incansáveis habitantes das trincheiras da informação, meus sinceros cumprimentos!
Minha singela homenagem ao meu repórter preferido:

"Quando se tem uma história pra contar é possivel sentir a palpitação sobrenatural da notícia" frase citada em seu livro O que é ser Jornalista, quando na oportunidade relata seu primeiro furo de reportagem. E sendo assim posso, sem medo de errar, ratificar uma das mais sinceras declarações que ele já fez em sua vida profissional: "Aos 19 anos, eu começava a me tornar vítima da paixão insaciável pelo jornalismo, esta que não se aplacou até hoje". Simples assim, é preciso fulminancia, sagacidade, intensidade.
E pra finalizar, como disse certa vez o Professor de Rádiojornalismo Homéro Ferreira: “Um Jornalista precisa ser essencialmente repórter”. Tal é o elemento!
Feliz dia aos repórteres de todos os cantos do mundo!
Giovana Cabral é essencialmente repórter!

