Muita gente curtiu o primeiro post sobre as causas que farão o mundo acabar em 21 de dezembro do ano que vem. Foi mal, mas modéstia não é a minha área. Se no último post os assuntos foram as merdas que temos vistos e ouvidos nos últimos tempos, a morte do rock e dos estereótipos que nos fizeram felizes (e que ainda fazem a felicidade dos nostálgicos, como eu), hoje falarei sobre política, sempre levando a conversa para o lado geek, para o lado que entendo um pouco. Sim, não sou especialista, cometerei meus deslizes, mas, quer saber, foda-se: o mundo acaba ano que vem mesmo.
O mundo antes de meu nascimento era dividido em dois mundos: um capitalista e um comunista. Ícones como o Rambo foram baseados nisso. Cada mundo reprimia suas lutas internas, tentando esconder os piolhos, carrapatos, caspas e vermes que o açoitavam. O problema é que após a queda do comunismo, o mundo endoidou. É como se o capitalismo precisa-se de um contraposto declarado para sobreviver. Dessa forma, as ideologias e o maniqueísmo político foram para o espaço.
Pense nas inúmeras palavras e expressões que aprendemos nos últimos vinte anos: fundamentalismo, bolivarianismo, carros-bomba, nova ordem mundial, países emergentes, neonazismo, separatismo. Tá aí, essa última palavra é bem emblemática do que estamos vivendo. Estamos nos separando de tudo o que representa o mundo bipolar. Tudo agora são relações multilaterais, que tentam englobar a tudo e a todos, para que ninguém fique “insatisfeito”.
A principal causa dessa nova ordem foi a chegada de países emergentes como o Brasil. Se não passamos a fazer mágica no baralho mundial, ao menos entramos no jogo. Nossos vizinhos da sigla BRIC estão no mesmo caminho, em especial a China que já botou seus peões em várias partes do mundo e que, em alguns países da África, por exemplo, extinguiu o poder americano. Não sei o que acontecerá com as decisões mundiais. O que se vê é a bagunça que a ONU e Davos se tornaram por não conseguirem suportar novos membros de peso. O centro agora está no G20 e dificilmente mudará enquanto os países da Europa não saírem da crise em que vivem, por exemplo.
A grande mudança no tabuleiro deu-se quando os países do BRIC se deram conta de que é possível enfrentar os gigantes cara-a-cara. Suas armas, num primeiro momento, foram a abundância de matéria-prima, commodities e mão-de-obra barata. Agora, o ataque vem com educação, pesquisa e desenvolvimento, economia consolidada e alianças regionais.
O mundo antes de meu nascimento era dividido em dois mundos: um capitalista e um comunista. Ícones como o Rambo foram baseados nisso. Cada mundo reprimia suas lutas internas, tentando esconder os piolhos, carrapatos, caspas e vermes que o açoitavam. O problema é que após a queda do comunismo, o mundo endoidou. É como se o capitalismo precisa-se de um contraposto declarado para sobreviver. Dessa forma, as ideologias e o maniqueísmo político foram para o espaço.
Pense nas inúmeras palavras e expressões que aprendemos nos últimos vinte anos: fundamentalismo, bolivarianismo, carros-bomba, nova ordem mundial, países emergentes, neonazismo, separatismo. Tá aí, essa última palavra é bem emblemática do que estamos vivendo. Estamos nos separando de tudo o que representa o mundo bipolar. Tudo agora são relações multilaterais, que tentam englobar a tudo e a todos, para que ninguém fique “insatisfeito”.
A principal causa dessa nova ordem foi a chegada de países emergentes como o Brasil. Se não passamos a fazer mágica no baralho mundial, ao menos entramos no jogo. Nossos vizinhos da sigla BRIC estão no mesmo caminho, em especial a China que já botou seus peões em várias partes do mundo e que, em alguns países da África, por exemplo, extinguiu o poder americano. Não sei o que acontecerá com as decisões mundiais. O que se vê é a bagunça que a ONU e Davos se tornaram por não conseguirem suportar novos membros de peso. O centro agora está no G20 e dificilmente mudará enquanto os países da Europa não saírem da crise em que vivem, por exemplo.
A grande mudança no tabuleiro deu-se quando os países do BRIC se deram conta de que é possível enfrentar os gigantes cara-a-cara. Suas armas, num primeiro momento, foram a abundância de matéria-prima, commodities e mão-de-obra barata. Agora, o ataque vem com educação, pesquisa e desenvolvimento, economia consolidada e alianças regionais.
Será muito complicado deter o BRIC e o mundo multipolar que eles criaram. É difícil criar um órgão democrático, onde todos tenham voz, uma vez que cada um é forte em uma área. Guerra à vista! Peraí! Guerras, 2012, fim do mundo...
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