Se você está lendo este post significa que possui, no mínimo, uma conta de e-mail. Pronto, você já está nas nuvens. Com toda a certeza você já ouviu ou viu o termo “computação em nuvem” (ou cloud computing para os chegados) em qualquer birosca da internet ou mesmo na TV. A computação em nuvem permite que seus dados estejam disponíveis a qualquer hora, em qualquer hardware, utilizando a internet (é claro). Hoje vou falar dos perigos da computação em nuvem e amanhã das vantagens da utilização da mesma.
Pense: se você não está usando seu computador para guardar seus arquivos, onde eles estão? Sim, em server farms gigantescas geladas e iluminadas 24h por dia com aquelas lâmpadas de LED. O problema da segurança talvez seja o maior em relação à computação em nuvem, uma vez que um único ataque de hacker pode gerar complicações para milhões de pessoas e empresas.
Falando em empresas, principalmente as de grande porte, uma vez que seus dados estão “disponíveis para qualquer um”, cria-se mais uma via para a espionagem industrial e para o furto de trabalhos experimentais.
No que diz respeito ao usuário comum, ele não poderia guardar aquelas quinhentas senhas de e-mail, banco e de um monte de lugares em um documento de texto. Ou mesmo salvar aquela pasta infinita de pornografia. A privacidade estaria em risco.
Um último ponto está na qualidade do acesso à internet. Para aproveitar tudo que a cloud computing oferece, é necessária uma conexão decente à internet. O que não ocorre em terras tupiniquins, digo, nas nuvens tupiniquins.
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