O ministro das comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo, revelou durante sua posse, ontem (3), que criará uma Secretaria de Inclusão Digital. Sua pretensão é levar internet banda larga ao Brasil, inclusive aos rincões mais profundos do país. Quem coordenará o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) será a Telebrás que, com a parceria com as teles, supostamente barateará os custos de transmissão.
O objetivo do projeto é levar internet a 68% dos domicílios brasileiros até 2014 a velocidades de 512kbps e 784kbps a preços de R$15 e R$35, respectivamente. Segundo o governo, o PNBL será importante devido ao aumento da classe média e à chegada da Copa do Mundo e das Olimpíadas. No entanto, o que todos esperam é um aumento significativo da velocidade da internet sem o aumento de custos.
Atualmente o Brasil, apesar de ser um dos países que mais utilizam internet no mundo, é apenas o 37° em velocidade de banda larga. Esperamos que as nossas operadoras de telefonia móvel ouçam o “apelo” da população nos quesitos preço e qualidade.
Como as obras de infra-estrutura estarão prontas (ou não) em cima da hora para a Copa do Mundo, provavelmente esta banda larga de qualidade só estará em nossos monitores, celulares, tablets e etc., lá pelo meio de 2014. Enquanto isso continue reclamando das quedas de velocidade ou girando a manivela para entrar em contato com o mundo.
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