Grande parte da experiência de um jogo, filme ou qualquer outro produto multimídia conta com a importante presença das músicas, ou, como preferirem, da trilha sonora. É só pensar, por exemplo, nos games que estão à sua volta: você já pôs em OFF a função MUSIC? Se sim, é porque este jogo não atingiu o grande objetivo de qualquer áudio: a imersão.
Trabalhar com áudio é algo extremamente complicado. Num filme, muitas das músicas que tocam não são percebidas por nós (exceto se for um filme de Quentin Tarantino) e apenas ajudam a transportar nossa mente para o ambiente desejado pelo diretor ou mesmo pelo sonoplasta.
Lembro até hoje de Super Mario Bros. e sua música que repetia a cada fase de uma maneira diferente (a minha preferida era aquela mais lenta nas fases aquáticas) ou então de Donkey Kong Country (os originais) e sua perfeita ambientação nas selvas e cavernas. Passando por jogos como GTA: San Andreas (que me faz ouvir suas rádios até hoje) até chegar nos games musicais como Guitar Hero e Rock Band, o áudio é extremamente importante para cativar o jogador.
O profissional que deseja ser original nessa área não deve ser extravagante. Uma cena de ação, com tiroteio intenso, nunca será embalada por uma música pop estilo Lady Gaga. Uma cena de espionagem não tem como “pano de fundo” uma música do Darkness Dynamite. Assim, levanta-se a pergunta: como se destacar, inclusive como profissional (ou não) de comunicação, numa área considerada engessada?
Acima de tudo, se faz necessária a posse de um repertório vasto. Ao menos neste ramo, os fins justificam os meios, pois é preciso saber qual (is) o(s) objetivo(s) da cena/gameplay/anúncio. No entanto, na criação e na procura do áudio perfeito, uma questão tem de ser levantada a todo o momento: o que ficaria mais f#$% nesse momento?
Acima de tudo, se faz necessária a posse de um repertório vasto. Ao menos neste ramo, os fins justificam os meios, pois é preciso saber qual (is) o(s) objetivo(s) da cena/gameplay/anúncio. No entanto, na criação e na procura do áudio perfeito, uma questão tem de ser levantada a todo o momento: o que ficaria mais f#$% nesse momento?
Leandro Freire é nerd e às vezes fala alguma coisa séria.
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