Quem nunca perdeu algumas horinhas em frente à TV ou ao computador com algum jogo? Quem nunca ficou imaginando, a partir do momento que coloca a cabeça no travesseiro, sobre como passar aquele nível complicado? Tá certo, esta última opção é só para os jogadores hardcore, mas que atire a primeira pedra aquele que nunca curtiu ao menos puzzles coloridos.
Desde pequeno, não que eu seja alto, transcendi a barreira dos jogos casuais e entrei no mundo dos games hardcore. Sabe o detalhe que a maioria das pessoas passa reto? Eu não deixo. Sem mais loading time, digo que os games mudaram completamente a minha vida. Adquiri um conhecimento absurdo com eles. O básico de inglês que sei devo a jogos como Alladin (grande porcaria), Donkey Kong Country (todas as versões) e Desert Strike (o jogo mais difícil da minha infância). Aprendi a falar em público com Pokémon (quem diria) e Counter Strike, apesar deste só me ensinar coisas como “Fire in the hole!”.
Aprendi também como arrumar as coisas com Tetris, a derrubar balas maiores que eu apenas pulando em cima com Mario, a preservar os amigos com Chrono Trigger, a não matar inocentes com GTA e a fazer curvas a 200 km/h com Need for Speed. Sei também a língua dos dinossauros de Star Fox Adventures, mas acredito que isso não é muito útil.
De qualquer forma, só tenho a agradecer aos produtores de games, pois foram eles que moldaram como sou hoje em dia. Escrevo para este portal justamente por causa do conhecimento adquirido desde os meus cinco anos de idade. Os games me influenciaram e influenciam de verdade. Só espero que não lancem um game sobre homossexualismo.
Quem diria, Leandro Freire (Repórter)é influenciável e por games (dezenas deles). E a preocupação está no próximo lançamento?Falcatrua pura! #Oremos rs
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