12 de nov. de 2010

Black Ops na cultura


Animado com o lançamento de Call of Duty Black Ops? Black Ops? Com açúcar? Se você não sabe o que estas palavras significam, acompanhe este texto.
Black Ops são intervenções secretas de caráter duvidoso e, muitas vezes, consideradas ilegais. Questionadas até hoje, essas missões não recebem ajuda direta e anunciada de governos ou de agências de inteligência. Dessa forma, quando um agente Black Ops é pego, nenhum governo assume a responsabilidade de seus atos.
As operações realizadas por esses agentes incluem métodos nada convencionais: tortura, assassinato, infiltrações em bases secretas, sabotagens, apoio a movimentos de resistência, terrorismo entre outros. Um agente Black Ops é o mais perto que um ser humano pode chegar de um personagem de filme ou de jogo... Ou de uma arma de destruição em massa.



Na cultura pop, os agentes Black Ops são muito utilizados. Na televisão, podemos considerar Jack Bauer, do 24 Horas, um agente desse tipo (apesar dele ser ligado diretamente ao governo americano). No cinema, temos o galhofa MIB:Homens de Preto e o ótimo The Rock. Neste ano foi lançado Os Mercenários, onde Stallone, Statham, Bruce Willis e outros interpretam agentes ligados a governos de forma oculta.
Na literatura, só é preciso citar Tom Clancy: a maioria de seus livros possuem agentes Black Ops. Também é a partir dos livros de Clancy que muitos jogos foram lançados, como Splinter Cell, Ghost Recon e Rainbow Six. E também não podemos nos esquecer de Snake que, ao lado de Sam Fischer, é o maior agente Black Ops do mundo dos games.
Agora que você já tem a mínima noção do que é um agente Black Ops, prepare-se para matar Fidel no novo game da Activision.
Amanhã: saiba como se tornar um agente Black Ops e tenha uma vida cheia de emoções. Ou não.

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