11 de dez. de 2012

Acaba Logo - Retrospectiva 2012



Oi, oi, oi.

É com essa chamada nostálgica que abro este post apocalíptico. Poisé amores, o mundo vai acabar, ou pelo menos, assim espero. Acho que nos últimos dias temos sofrido muito e merecemos que esse mundo acabe logo.

O calendário bendito

Se você ainda não se situou, eu explico: tem tanta merda nesse planeta, que a melhor solução é realmente acabar com ele. Lembram da invenção que não deu certo, os dinossauros? Lembram do homem S&G (Sodomma e Gomorra)? Qual foi o fim, a grande solução divina? Acabar com tudo! E é por isso que acho que chegamos a um outro ponto crítico, um estágio inigualável da evolução humana, um estágio Fuleco de ser.



O jeito Fuleco de ser.

Não bastasse termos que aturar, em um futuro próximo, Galvão Bueno narrando a maldita Copa do Brasil, teremos um Tatu chamado Fuleco. Certo que você já deve estar cansado de ouvir reclamações sobre o nome do mascote, assim como também já esta cheio de ouvir: Op, op, op, Oppa Gangnam Style.

É, cansa.

Cansa mais ainda saber que o É o Tchan vai voltar. Mesmo? E pra piorar, o nem graduado Sernatejo Universitário está evoluindo (não da maneira boa, igual um pokemon) para o Sertanejo Pop. E dai você me pergunta: que porra é essa? Ahh, Sertanejo Pop é aquela música que parece arrocha, mas chamam de sertanejo, e tem um cara bombado cantando músicas com refrão à Lady Gaga e Madonna. Que aliás, quando passaram recentemente pelo Brasil, com certeza bateram um papinho com o Gustatavo Lima e Você. Afinal, ele deve ter sido o primeiro da fila dos shows, junto com o amiguinho Luan Santana. Essa é outra realidade, os sertanejos másculos como (sic) Luciano, o boy irmão do Zezé não se fazem mais.

Assim como as filhas dos sertanejos. Quem diria que Sandy, a eterna virgem que curte o anal, deixaria Nova York no escuro? Afinal, catástrofes como ela, já estavam previstas pelos Maias, nós que ignoramos e infelizmente não mandamos ela de volta pro mato, aquela Maria Chiquinha...

O furacão Sandy.
Outro ponto trágico é a Uanessa, a filha do irmão do Luciano. Agora ela é tão musa gay quanto a Kelly Key, que sim, está de volta aos palcos like a boss, ou melhor: como uma deusa.

O mundo está acabando e os sinais estão ai. Nem o tal Jorge - que não sou eu, nem o Roberto Carlos - da chata da Glória Perez parece ser capaz de salvar esse planeta. E isso é bom. Precisamos dar um reset nessa porra toda. Ou vai dizer que você prefere continuar rodando nesse Carrossel que não tem fim? Na boa, do jeito que anda a programação da televisão brasileira eu prefiro entrar em um elevador e não sair mais.

Embarcando nesse Carrosel
Mas ainda temos um ponto interessante quando falamos em entretenimento nacional: os reality shows. O melhor, é claro, é o que ainda não acabou, e já tem durado quase seis meses, para saber quem vai ficar com Sabrina Sato. Confesso que nessa disputa, até eu... Mas além de bem editado, os concorrentes renderam mais pauta do que Emílio Surita esperava. Ok, não estou mandando ninguém virar a cadeira pro meu texto, afinal, eu não sou redator e muito menos serviria pra cantar no The Voice. Mas a única coisa que essa  bosta aposta da Globo serviu, foi pra provar que mesmo com um formato pronto, Boninho conseguiu fazer merda. Um programa sem emoção, e com jurados tão perdidos quanto o apresentador, o mocinho do Globo Esporte.

Onde estava Ivete pra salvar o De Vóisse Braseeel?
Ahh, o esporte. Pera, Mas que esporte? Que eu saiba o Brasil só tem um time. O Corinthians. Tudo gira em torno deles, acho que é mania de brasileiro gostar de ladrão. Não fosse isso não teríamos a beleza de eleição que foi em 2012. Eleição de c* é r***.

Serra sendo gentil.

"É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um corinthiano ganhar o mundial." - Mas estamos em 2012... Né?

E a internet? Aquele lugar onde vamos pras baleias... Ô mundinho abençoado, só que não;

E porra, parem de usar isso, por acaso povo ficou inteligente de mais pra usar sarcasmo?

Ahh, o Sheldon.
Mas a grande ressalva do ano, na minha humilde opinião foi Carmem Lúcia. Não só pela boa interpretação, mas pelo texto bem escrito. Que por sinal, texto bom foi o também aclamado final da série Crepúsculo: machões curtiram aquela porra toda, aquele banho de sangue vampiros. Pena que eram vampiros tão machos quanto o voz do Anderson Silva, que agora deve estar ganhando mais que o bebum do Luciano Huck com grana de comerciais.

Todos somos.
Voltando ao assassinato, digo, à novela, foi neste ano que vimos o país parar. Não pela democracia, nem pelo mensalão, mas por duas mulheres sedentas por vingança. Assim como em O Conde De Monte Cristo esta novela foi mágica. Foi classe C. E bastou.

Cultura aos pobres, o que já fazia a Disney - aquela dos sabres de luz - ao inspirar seu mais memorável sucesso, O Rei Leão, em uma das obras primas de Shakespear: Hamlet.



Mas tudo isso não passa de entretenimento, assim como esse texto. Não quis criticar ninguém, muito menos ofender. Até porque, nossa internet tem barraco de mais, e o que tem basta. Pra quem passou um ano sofrido igual eu, concluindo a faculdade, espero que 2013 seja mais próspero.

Isso é claro, se o mundo não acabar na próxima semana.

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