Disso todo mundo sabe. Não é preciso ir muito longe nem
conhecer o admirável colunista aqui há muito tempo. Duvidam do meu gosto por
cinema, por livros, textos e algumas outras coisas... Entre elas, a música. E é
disso que eu vou falar um pouquinho neste post, dos grandes lançamentos deste
mês no mundo sonoro: de Lana Linda Del Rey, passando por Rihanna e Xtina até
chegar aos boys do One Direction.
Para os fãs as ultimas semanas tem sido de grande alvoroço musical. Os 4 albuns lançados podem não ter muito em comum, mas são todos de uma grande genialidade de composição.
Lana Del Rey resolveu, só Deus sabe o porquê, relançar seu
primeiro álbum, o Born To Die em edição especial com CD duplo, chamada Born To
Die Paradise Edition. O CD1 nada mais é que a íntegra do primeiro álbum, as novidades seguem no CD2. O na verdade mixtape, conta com seis faixas incrivelmente
e indiscutivelmente “a cara da Lana”. Sim, são para dormir. Eternamente. E isso
não é ruim. As composições são acalmantes e tem um lado, assim como todo o álbum,
sombrio. Estão inclusas as faixas Ride, já lançada como single e com clip, a
composição sensual para a H&M Blue Velvet e a nova música de trabalho Bel
Air. Para quem gosta, vale o play.
Já Rihanna voltou às origens. Ou não. Sinceramente nunca
acompanhei um álbum completo da diva, este é meu primeiro contato full-time com
sua obra, e eu gostei. Como diz meu amigo Rafael Lucas ela está numa pegada “do
gueto”. Sim, raps, climões e músicas no estilo Rude Boy. Vale ressaltar o
single que está em todas as rádios Diamonds e suas grandes parcerias que
incluem Eminen, David Guetta e (sic) Chris Brown. Mas fica aqui a minha maior
dica para quem for ouvir/comprar a obra: Love Without Tragedy-Mother Mary. Uma
faixa tão épica quanto a sua fonte de inspiração Message in a Bottle.
E Xtina hein? E o regime? Tá linda, ta fofa, ta cantando bem
pra carai. Pra quem acompanha o The Voice da gringa sabe que a cantora
Christina Aguilera tem super aproveitado para emplacar todas as faixas do álbum,
incluindo é claro suas parcerias com Blake Shelton e Cee Lo Green. No geral o álbum é bom, bom
mesmo. Tem faixas leves como Best of me e músicas agitadas como a minha
preferida Army of me, sem deixar de passar é claro pela boca suja Shut up. Xtina fez
um bom trabalho, e infelizmente por conta disso vai largar o The Voice. Veremos
provavelmente Shakira em seu lugar sambando e girando a cadeira lá nos EUA.
Para terminar – em grande estilo – apresento Take Me Home, o
segundo álbum dos meninos maravilha do One Direction. Ok, eles viraram febre
mundial, ok, eles cantam bem sim, e ok, eles ganharam a fama pela beleza. Mas
queridos, quem nunca? Eu já decorei todas as faixas e pra falar a verdade eles
seguiram uma linha muito parecida com o primeiro álbum Up All Night. Se eles
tivessem o mesmo produtor da Lana provavelmente teriam lançado um Parte 2, incluindo todas as mais de 30 músicas lançadas nesse intervalo bem curto de
carreira. O álbum contempla músicas agitadinhas no estilo juvenil, mas seu
forte, de verdade, são as baladas românticas. Fica a dica para o novo single Little Things e a minha preferida Over Again.
Uma temporada feliz para aqueles que se aventuraram nas
terras da Billboard, e mais feliz ainda para quem tem um gosto, assim como o
meu, duvidoso.

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