8 de nov. de 2010

Humor e a [não] censura.



Oi, como você tá!? Primeiro, bem-vindo ao Portal O Coiote. Me chamo Adriano Pellim, tenho 22 anos e sou estudante de Comunicação Social, pelo menos até este ano. Porque só até este ano? Bom, em meados de Janeiro irei de mala e cuia para a terra dos duendes, a Irlanda. Decidi ir para lá estudar inglês, ganhas um Euros e conhecer algumas europeias carentes. E por isso, O Coiote será o primeiro Blog/Portal de Prudente com correspondente internacional. Além disso sou dono do Blog http://tobebado.com e colunista em um site de baladas, ou seja, escrevo pra caralho e não ganho nada. Mas faço isso por diversão, por prazer e para quem sabe impressionar alguém. Meu negócio é humor e nada mais.

Hoje eu falo da censura no humor. Lembram-se do caso em que os programas de humor eram proibidos de imitar os presidenciáveis? Se não lembra, clique AQUI e entenda o caso. Mas pera ai? Cade a liberdade de expressão que os Raimundos sempre falaram? Não podia dizer que a Dilma era a Mônica (baixinha, gordinha e tem um amigo que fala errado) e nem que o Serra é o Sr Burns dos Simpsons. Eu sei que humor tem limite, mas não é uma lei que determina isso. Um dos maiores inimigos do humor é o racismo, mas afinal, o que é o racismo? Dizer que fulano é negro, pode ser considerado racismo, mesmo se ele estiver vestido com uma camisa escrito 100% negro. Isso se aplica aos brancos, aos índios e qualquer outra etnia. A questão é, o limite está na ética de cada um e não na censura. O que seria de mim se eu não pudesse zoar da cara de alguém e ser zoado também? Eu não seria nada além de um gordinho chato e que não come ninguém. Enfim, é tudo uma questão de tolerância. Você pode tirar sarro da cara de alguém, mas isso dá o direito a ela tirar da sua cara também.

Auuuuuuuuuuuuuuuuu (Onomatopeia do Coiote)

Ciao

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