23 de nov. de 2010

A comunicação como prioridade [2]


Como todos (Lê-se Leandro Freire e Adriano Pellim) estão entrando na onda de fazer uma continuação de seus textos referendando títulos já publicados, venho relembrar meu primeiro post: "A comunicação como prioridade".
O moinho da existência sem dúvida alguma é relacionado ao processo de comunicação e como este sofreu mutação, evoluindo no decorrer do tempo.
O tempo que gastamos para destrinchar uma informação e aplicá-la da melhor forma possível não é em vão, já o tempo que se gasta criticando sem embasamento é um fatídico desgaste de oportunidade. Conhecendo o que se quer debater, há chances de uma abordagem direta e eficaz, mesmo concordando ou discordando do assunto exposto.
O que me levou a escolher Comunicação Social como profissão tem relação ao que posso fazer disso uma via de possibilidades, uma mega inclinação para todas as esferas. O que me mantém no curso não são as disciplinas tradicionais, pois quem deseja levar o título de comunicador social deve buscar mais, integrar-se mais, debater mais e principalmente criar novos métodos que possibilitem ampliação de visão e a busca por anglos diferenciados.
O conteúdo que se aprende em um curso universitário não é de grande valia. Sala de aula esclarece mas não forma profissional. E eu digo por quê: porque o que um aluno aprende em sala de aula outros aprendem. Se não buscarmos novas vertentes, acabaremos padronizados pelo sistema de ensino, o que de longe não apresenta vantagem.

Seja como for, estamos em meio ao turbilhão de informações, que vem e vão a todo o momento. Só precisamos canalizá-las e incorpora-las para que estas não nos influencie, pelo menos, não para um lado de gosto duvidoso. E todas estas linhas são apenas para ratificar uma certeza: padrão não é qualidade.

A maioria de nós está cursando o 4º termo da faculdade, em outras palavras, isso significa que voltar atrás e seguir adiante trará o mesmo resultado. Se tivermos que seguir que seja da melhor maneira possível, partindo primeiro da capacidade que nos moverá. Se bem que até um pontapé te projeta pra frente, mas isso é uma outra história.

Giovana Cabral, cavando vaga na memória dos que ainda virão.

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